10Jun
Texbrasil promove oficina de criatividade em Juruaia
Quem passa pela pequena Juruaia, cidade mineira com 8 mil habitantes, não imagina o grande potencial industrial da cidade. Um dos principais pólos têxteis de lingerie do Brasil, a região hoje concentra 140 fábricas especializadas em moda íntima,
que empregam grande parte dos profissionais locais e de cidades vizinhas. O potencial de mercado da região chamou a atenção do Texbrasil, Programa de apoio à exportação desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção (ABIT) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que promoveu em Juruaia, no dia 15 de junho, a Oficina de Processo Criativo, que contou com a participação de confecções e estilistas locais.
A Oficina foi ministrada por Geni Ribeiro, Consultora em Adequação de Produto e Desenvolvimento Criativo do Programa Texbrasil e teve como objetivo capacitar as empresas para desenvolver o uso da criatividade em todo o processo produtivo de suas coleções. “Dessa forma, elas irão redefinir suas ferramentas de produção, ganhando agilidade e flexibilidade. A ação é importante para que as grifes aumentem a qualidade de suas criações e se tornem mais competitivas no mercado”, explicou Geni.
Durante a Oficina de Processo Criativo, que aconteceu em parceria com a ACIJU – Associação Comercial e Industrial de Juruaia - os participantes pesquisaram tendências, se aprofundaram na cartela de cores, definiram matérias-primas e coordenaram os produtos de acordo com o tema da coleção, sugerido pelo próprio grupo. "Toda essa ação incentiva o pensamento inovador e direciona o resultado para uma revitalização do processo criativo, trazendo mais vigor às coleções futuras de cada grife", comentou Geni.
Para Izabel Criastina Gonçalves, presidente da ACIJU e uma das responsáveis por trazer a oficina para Juruaia, as empresas estão em fase de investir na qualidade de seus produtos e aperfeiçoar a identidade de suas coleções. “Com isso é possível aumentar o volume dos negócios no Brasil e, principalmente, expandir as vendas para outros países”, explica Izabel.

Fonte: ABIT(Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção)
Matéria publicada em 10/06/2009